Presidente da CBF se posiciona sobre Brasileirão sem rebaixamento

O Brasileirão de 2024 está paralisado até o próximo final de semana por causa das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul desde abril, impossibilitando Internacional, Grêmio e Juventude de disputarem partidas. Para evitar problemas na tabela, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) suspendeu as rodadas 7 e 8 até que a situação se estabilize na região.

Em entrevista recente, o técnico Renato Gaúcho, do Grêmio, pediu que a edição de 2024 do Brasileirão acontecesse sem que nenhuma equipe seja rebaixada, já que as equipes do Rio Grande do Sul vão voltar em desvantagem. A declaração gerou discordância entre os torcedores e fez Ednaldo Rodrigues, presidente de CBF, se manifestar sobre o caso.

“Tudo é possível. Todas as conciliações são possíveis. Agora, o rebaixamento não está na proposta da CBF. A gente obedece o calendário e o estatuto da Fifa, é um estatuto da Fifa, da Conmebol e da CBF. Tem duas leis. O acesso, evidentemente, depende dos critérios técnicos, tanto na Lei Pelé, como na Lei Geral do Esporte. Portanto, teria que mudar a Constituição para não ter rebaixamento.”, disse Ednaldo.

Ainda na declaração, Ednaldo comentou de uma nova paralisação, já que as partidas já retornam no próximo final de semana. O dirigente da entidade tem tido postura democrática e afirmou que pretende ouvir os clubes para entender os pontos de vista neste momento.

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“Vai depender dos clubes, vamos ouvi-los. Pela parte da CBF, vamos buscar uma conciliação para que a competição termine dentro do próprio calendário, 8 dezembro de 2024. Mas vai depender também do que vai ser tratado com os clubes, nós escutaremos o posicionamento daqueles que são maioria.”, finalizou.

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