O Fluminense caminha para se tornar o mais novo clube do futebol nacional a adotar o modelo de SAF. Ao longo da semana, o Tricolor das Laranjeiras viu ser aprovada a análise que durou quatro anos do banco BTG Pactual para a proposta de se tornar SAF. O Conselho Deliberativo do clube recebeu a oferta.
A proposta é da LZ Sports, braço da gestora Lazuli Partners. A ideia é de que o aporte inicial seja de R$ 500 milhões, uma metade sendo paga de imediato e a outra em até dois anos. Ao longo dos próximos dez anos, o Fluminense receberia mais R$ 6,4 bilhões de investimentos.
A partir dessa quantia, seria feita a seguinte divisão: R$ 4,7 bilhões para folha salarial de elenco e comissão técnica; R$ 1,1 bilhão para compra de atletas; R$ 359 milhões para formação de jogadores e R$ 143 milhões em royalties para associação. Com os aportes iniciais somados, o montante final chega a R$ 6,9 bilhões.
Fluminense recebe proposta para virar SAF
A nova SAF do Flu também ficaria responsável por comandar o futebol masculino e feminino, as categorias de base em Xerém e o futsal. Dessa forma, a sede oficial do clube em Laranjeiras, no Rio de Janeiro e outros bens imóveis permaneceriam com a associação, mas poderão ser usado pela SAF.
Atual presidente do Flu, Mario Bittencourt tem sido um dos nomes cotados para assumir ao cargo de CEO da SAF caso a mudança de gestão seja, de fato, confirmada. Em entrevistas recentes, o dirigente se mostrou disposto a assumir a nova função administrativa.



