Libertadores conquistada pelo Fluminense pode ter gerado problema inédito para a Conmebol

O Fluminense, comandado por Fernando Diniz, foi o campeão da Libertadores em 2023, vencendo o Boca Juniors por 2 a 1 na decisão que aconteceu no Maracanã, mas acabou gerando problemão para a Conmebol, que está quebrando a cabeça para resolver e pode acabar sobrando para o Cruzeiro, que já venceu o torneio duas vezes e tem sede de voltar a disputa-la.

Com 64 edições já realizadas da competições, todos os espaços das plaquinhas dos campeões estão cheios depois do título do Fluminense. A bronca ficou com a Conmebol, que vai precisar achar uma solução, já que as placas não são padronizadas e possuem tamanhos e formatos diferentes.

De forma oficial, a Conmebol entende que o problema não existe, já que por possuírem várias réplicas espalhadas pela América do Sul, os torcedores não devem considerar as taças com a base completamente preenchidas como oficial.

Segundo campeão brasileiro da Libertadores, o Cruzeiro foi campeão da competição em 1976 e 1997. As primeiras taças do país foram do Santos com Pelé, que venceram em 1962 e 1963. Para 2024, o Cruzeiro está classificado para a Copa Sul-Americana e terá vaga no torneio de 2025 se conseguir o título da Sula.

Larcamón vem cobrando jogadores e cuida para não passar do ponto

O atacante Arthur Gomes revelou que o técnico Nico Larcamón vem cobrando muito dos jogadores nos treinamentos na Toca da Raposa para que o Cruzeiro atinja o melhor nível possível. Depois da vitória contra à Tombense por 3 a 1, o jogador deu detalhes.

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“Ele sempre me cobra para aumentar meus números, para ser mais decisivo, mais vertical. Eu venho demonstrando isso dentro de campo. Quando você tem um treinador dessa forma, que te dá total respaldo para você desfrutar dentro de campo, é muito importante”, disse Arthur Gomes.

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