O interesse do Flamengo por Kaio Jorge movimentou o futebol brasileiro nesta reta inicial de 2026. O atual campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro lutou para tirar o centroavante do Cruzeiro, mas esbarrou nas cifras exigidas pela Raposa para liberar o artilheiro.
Pedro Lourenço, empresário dono da SAF do Maior de Minas, rejeitou a proposta de 24 milhões de euros (R$ 150,5 milhões) apresentada pelo time do Rio de Janeiro e exigiu o pagamento de 50 milhões de euros (R$ 313,4 milhões) para liberar Kaio Jorge. No entanto, o Flamengo não alcançou o montante.
Mas, a equipe de Arrascaeta e cia deve buscar um grande nome no mercado. De acordo com o jornalista italiano Fabrizio Romano, especialista em transferências, o Flamengo deve investir para repatriar Lucas Paquetá, cria da base do clube.
O meio-campista veste a camisa do West Ham atualmente, mas está em baixa no futebol da Inglaterra desde que enfrentou acusações de envolvimento ilícito com apostas esportivas. Mesmo inocentado, o jogador segue com dificuldades para recuperar sua melhor fase.
Para levar a cria do Ninho do Urubu de volta ao Maracanã, o Flamengo pode desembolsar cerca de 40 milhões de euros (R$ 250 milhões). Apesar de ainda não ter conversas com o West Ham, a diretoria rubro-negra já costura um acerto com o estafe de Lucas Paquetá.
Kaio Jorge renova com o Cruzeiro
Como resposta ao interesse de outro gigante brasileiro, o Cruzeiro e o estafe de Kaio Jorge chegaram a um acordo para manter o camisa 19 na Toca da Raposa. A equipe anunciou nesta segunda-feira (12) a renovação contratual de seu principal jogador até dezembro de 2030.
Como parte do acordo com o atacante, o Maior de Minas estabeleceu um novo valor para sua multa rescisória para o exterior, estipulada em 30 milhões de euros (R$ 188 milhões). Um dos membros do estafe de Kaio Jorge, Marquito Maciel, explicou ao GE que o valor será válido exclusivamente para ofertas do alto escalão europeu.
“O que existe é que, se chegar algo top, da Europa, e se for bom para os dois, o Cruzeiro inicia a conversa em 30 milhões de euros. É um acordo de cavalheiros, fora do contrato. No contrato, permanece o mesmo que está. Para o Brasil, a máxima permitida que é 2000 vezes o salário, e pra fora do país são 100 milhões de euros.”, disse.



