O Cruzeiro segue atento ao mercado em busca de um reforço para o setor ofensivo e colocou Helinho, atualmente no Toluca, do México, entre os principais alvos. Conforme apurado pelo portal Itatiaia, o atacante de 26 anos agrada à diretoria celeste, que avalia as condições de um possível negócio, embora ainda não tenha formalizado uma proposta.
O ex-jogador do São Paulo aparece como alternativa a Gabriel Pec, do Los Angeles Galaxy, cuja negociação é considerada financeiramente complicada. Atendendo a um pedido do técnico Artur Jorge, a prioridade da Raposa é contratar um ponta-direita para fortalecer o elenco na sequência da temporada. Hoje, o clube conta com Keny Arroyo, Luis Sinisterra, Bruno Rodrigues, Kaique Kenji, Marquinhos e Wanderson como opções pelos lados do ataque.
Contratado pelo Toluca em setembro de 2024 por 15 milhões de dólares (cerca de R$ 84 milhões na cotação da época), Helinho atravessa uma fase positiva. Na última temporada, participou de 35 partidas, marcou 11 gols e distribuiu nove assistências, contribuindo para a conquista de três títulos nacionais e dois continentais.Revelado pelo São Paulo, Helinho atuou pela equipe principal entre 2018 e 2020 antes de ser negociado com o RB Bragantino.
Gabriel Pec
O Cruzeiro não pretende aumentar os valores para tentar contratar Gabriel Pec e já admite dificuldades para concretizar a negociação. A diretoria celeste definiu um limite financeiro para a operação e não participará de uma disputa com outros clubes pelo atacante do Los Angeles Galaxy.
Nos últimos dias, o Bahia avançou nas conversas e, segundo a ESPN, encaminhou uma oferta de 14 milhões de euros fixos (cerca de R$ 82 milhões), além de 1 milhão de euros em bônus (aproximadamente R$ 6 milhões). Já a proposta do Cruzeiro gira em torno de 10 milhões de euros, quantia considerada o teto estabelecido pela SAF para investir no jogador.
Além da diferença entre as ofertas, outro fator que pesa contra o clube mineiro são as elevadas exigências salariais apresentadas pelo estafe de Gabriel Pec. A situação é ainda mais complexa porque o Vasco, clube formador do atacante, detém 30% dos direitos econômicos do atleta, o que influencia diretamente os moldes da negociação



