Imagem: Portal Cruzeirense

Técnicos estrangeiros que dirigiram o Cruzeiro

Atualmente treinado pelo jovem técnico uruguaio Paulo Pezzolano, o Cruzeiro é uma das equipes brasileiras que menos treinadores estrangeiros teve em sua história. Contando com o uruguaio, são apenas quatro treinadores não-brasileiros em cem anos de clube. O Cruzeiro nunca teve a tradição de ter sob seu comando técnico profissionais estrangeiros. Os três que antecederam Paulo Pezzolano não tiveram bons números, tampouco conquistaram títulos.

• Ricardo Díez (Uruguai): 1953

Ricardo Díez foi um treinador uruguaio que durante muitos anos trabalhou no Brasil. Treinou o Cruzeiro em 1953, não obteve bons resultados e permaneceu por 13 partidas somente. Foram 5 vitórias, 3 empates e 5 derrotas. Ironicamente, Díez teve passagem bem sucedida pelo maior rival cruzeirense, o Atlético Mineiro. 

• Filpo Núñez (Argentina): 1955 e 1970

O argentino Filpo Núñez foi um dos treinadores estrangeiros de maior destaque no futebol brasileiro no século XX. Treinou equipes como Palmeiras, Corinthians, Vasco da Gama, Seleção Brasileira, entre outras. Teve duas passagens pela Raposa, as duas não renderam bons frutos para o treinador. A primeira, em 1955, durou somente 18 partidas. A segunda, em 1970, foi de 12 partidas somente. Ao todo, foram 12 vitórias, 7 empates e 11 derrotas.

• Paulo Bento (Portugal): 2016

Após passagens por Sporting e Seleção Portuguesa, o técnico portugues Paulo Bento, que em seu histórico teve participações na Eurocopa de 2012 e na Copa do Mundo do Brasil em 2014, chegou ao Cruzeiro em 2016. Novamente um técnico estrangeiro teve pouco aproveitamento, não resistiu a pressão dos torcedores e deixou o cargo com pouco tempo de comando. Foram 17 partidas, 6 vitórias, 3 empates e 8 derrotas. 

• Paulo Pezzolano (Uruguai): 2022

Anunciado como novo treinador do Cruzeiro em 2022, após a saída do técnico Vanderlei Luxemburgo, o jovem treinador uruguaio Paulo Pezzolano iniciou a sua carreira como comandante técnico em 2016, no clube onde se aposentou como jogador, o Torque, de Montevidéu, no Uruguai. Pezzolano chega para quebrar o tabu negativo de treinadores estrangeiros no Cruzeiro.

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