Nascido em 2 de janeiro de 1921, o Cruzeiro Esporte Clube faz parte da história do futebol brasileiro, sendo uma das camisas mais expressivas do país. Ao longo dos mais de 100 anos de existência, a equipe acumulou títulos, feitos notáveis e também apelidos.
O maior time de Minas Gerais tem duas Taças da Copa Libertadores, quatro títulos da Série A do Brasileirão e Seis da Copa do Brasil, sendo o recordista de troféus do torneio. Porém, além dos títulos históricos, o Cruzeiro também coleciona alcunhas.
Veja algumas delas: Raposa, Zeiro, Cruzeirão Cabuloso, La Bestia Negra, Palestra, O Time do Povo, Rei de Copas e, claro, o Maior de Minas. Os principais apelidos usados atualmente são Raposa, Cabuloso e Rei de Copas.
Curiosidades históricas dos apelidos do Cruzeiro
O mascote do Cruzeiro, a Raposa, foi desenhado pelo chargista Fernando Pierucetti, ainda em 1945. Destaca-se que o animal surgiu também em uma referência aos mascotes rivais, América e Atlético-MG, que são, respectivamente, o Coelho e o Galo. Tempos depois, um novo símbolo ganhou vida: o Raposinho, versão mirim do Raposão.
Já o apelido Cabuloso surgiu durante os anos de 2014 e 2015, criado pelo comunicador esportivo Diogo Medeiros, em referência à soberania do Cruzeiro nas temporadas em que o time conquistou o bicampeonato consecutivo na Série A.
O terceiro apelido Rei de Copas é uma homenagem ao clube e sua tradição nos torneios mata-mata. Para se ter apenas uma ideia, o Cruzeiro é o recordista de títulos da Copa do Brasil, com seis taças conquistadas. A última delas, em 2018.
Por fim, um apelido autoexplicativo: Maior de Minas: a história faz questão de manter viva a tradição e, de fato, existe um grande clube na cidade, apenas um, não dois.



