A diretoria do Cruzeiro está fazendo um trabalho excecional na captação de jovens talentos para ajudar o clube não somente no presente, mas também nos próximos anos. Dessa vez, Pedrinho BH garantiu a assinatura de jogador de, simplesmente, R$ 618 milhões.
A cúpula cruzeirense vem deixando bem claro que tem como prioridade a chegada de jovens atletas, como por exemplo fez com Keny Arroyo e Néiser Villarreal. No entanto, também foca na permanência e valorização de suas Crias da Toca. Isso é justamente o que foi feito com Felipe Morais, destaque no sub-17 e sub-20 que garantiu vínculo até o fim de 2027. O jornal ‘As’, da Espanha, falou especificamente sobre esse jovem que vem chamando atenção.
“Sua evolução nesta temporada tem sido crescente. No Cruzeiro, ele é figura constante no time Sub-20, com o qual soma um gol em 13 partidas disputadas. A Raposa o considera um dos grandes prospectos para o futuro. Não à toa, não hesitou em renovar seu contrato até dezembro de 2027, com uma cláusula “anticlubes europeus” de 100 milhões de euros (R$ 618 milhões). Uma medida com dois objetivos claros: garantir sua continuidade e afastar o canto da sereia vindo do Velho Continente”, publicou.
Com a camisa celeste, em 2025, são nove gols marcados em 36 jogos disputados, tendo atuado e com grande importância tanto no Brasileiro Sub-17 quanto no Sub-20. Se no Cabuloso não vinha sendo um dos titulares absolutos, ao menos na Seleção Brasileira já garantiu sua vaga entre os 11 iniciais.
Jornal disparou elogios à Felipe Morais
Os elogios à Felipe Morais por parte do jornal ‘As’ não pararam por aí e fizeram questão de apontá-lo como o grande pilar do setor de meio-campo da Seleção Brasileira no Mundial Sub-17. De acordo com o veículo, ele é um dos que torna o Brasil como um dos favoritos a conquistar o título.
“O Brasil cede a Felipe Morais o comando do meio-campo e o jogador tem sabido corresponder. Apesar de sua altura (1,73m), é forte no corpo a corpo, não evita o um contra um; pelo contrário, ele o busca. Mas se destaca sobretudo por sua eficácia e ritmo de jogo, recuando constantemente para receber a bola, criando chances e dirigindo a equipe. Um metrônomo para um Brasil favorito ao título”, escreveu.



