Pedrinho assumiu o comando do Vasco e botou a 777 pra correr

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) acatou um pedido da Associação do Vasco da Gama contra a 777 Partners para afastar a empresa do clube. A decisão foi proferida pela corte na noite da última quarta-feira (15). Vale dizer que a medida foi deferida em caráter liminar.

A informação foi antecipada pelo site O Globo, que teve acesso ao documento. Além disso, é importante destacar que a decisão foi assinada pelo juiz Paulo Assed Estefan e, em caráter liminar, suspende “os direitos societários da 777”. 

Pedrinho tomou a frente em ação contra a 777

A área associativa do Vasco, presidida pelo ex-jogador Pedrinho, relatou no documento que a 777, apesar dos compromissos contratuais, passou a atuar “abusivamente e ocultando informações vitais”.

Além disso, o clube também citou resultados esportivos, classificando-os como pífios, e ainda revelou que foram descobertas diversas “artimanhas financeiras”,  o que estaria arruinando “as finanças da sociedade”.

Como consequência da decisão judicial, o contrato foi suspenso e a empresa norte-americana foi afastada do comando da SAF, que agora está sob a gestão do Vasco associativo. 

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Além disso, um auditor foi designado para verificar se todas as contas da SAF estão em ordem e se os investimentos prometidos em contrato foram realizados. Atualmente, o Vasco associativo detém 69% das ações da SAF, enquanto a 777, que adquiriu 70% por R$ 700 milhões, possui 31%.

Ainda em tempo, cumpre lembrar que a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro cabe recurso, e a 777 Partners deve ir além na causa. O Vasco ainda não se manifestou oficialmente. 

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