O atacnte Kaio Jorge se tornou erferência no comando de ataque do Cruzeiro, fruto dos gols e números alcançados na última temporada. Por isso, o atleta passou a ser visado no mercado da bola, principalmente pela concorrência. Prova disso é uma atualização envolvendo Flamengo e São Paulo.
Com a contratação de Lucas Paquetá assegurada, o Flamengo mantém-se movimentado no mercado da bola. De acordo com apuração da ESPN, dirigentes rubro-negros se reuniram na tarde desta quarta-feira (28), em São Paulo, com representantes do Tricolor para discutir uma possível negociação envolvendo o volante Marcos Antônio.
Apesar do interesse manifestado de forma direta, o clube carioca ouviu que o jogador não está disponível para venda no momento. Internamente valorizado, Marcos Antônio foi recentemente adquirido em definitivo pelo São Paulo, que não pretende negociá-lo agora.
Onde Kaio Jorge entra nessa conversa?
Durante a conversa na capital paulista, a diretoria são-paulina deixou claro que a avaliação do atleta é elevada, em patamar semelhante ao valor que o próprio Flamengo ofereceu ao Cruzeiro pelo atacante Kaio Jorge — ou seja, acima de 30 milhões de euros, cerca de R$ 186 milhões na cotação atual. Sendo assim, o craque do Cruzeiro virou moeda para definição de preço do atleta do tricolor.
⚠️ Agora! São Paulo avisa ao Flamengo que Marcos Antônio tem 'preço Kaio Jorge'.
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) January 28, 2026
O Tricolor se reuniu com o Rubro-Negro na tarde de hoje e afirmou que o volante não está à venda.
Além disso, o São Paulo passou a seguinte mensagem ao Fla: Marcos Antônio tem uma avaliação similar… pic.twitter.com/qhawamCPzi
Considerado peça-chave pelo técnico Hernán Crespo, o volante é um antigo alvo do Flamengo, especialmente do diretor de futebol José Boto, que já trabalhou com o jogador no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.
Marcos Antônio, de 25 anos, atuou por empréstimo no São Paulo na temporada passada, cedido pela Lazio, e foi adquirido em definitivo no início deste ano por 4,2 milhões de euros (aproximadamente R$ 26 milhões), em um acordo com pagamento dividido em três parcelas.



