A derrota deste sábado para o América-MG por 1 a 0 manteve um histórico ruim para o Cruzeiro. Foi a quarta vez seguida que o Coelho venceu a Raposa. A última vez que o Cabuloso triunfou sobre o adversário foi em dezembro de 2020, pela Série B do Brasileirão.
Como técnico do Cruzeiro, Pezzolano ainda mantém o jejum de não ter vencido um clássico. Ele poderá reverter essa situação no dia 13 de fevereiro, quando enfrenta o Atlético-MG, às 20h (de Brasília), no Independência.
O Cruzeiro amarga, desde dezembro de 2020, quatro derrotas em quatro clássicos disputados, todos pelo Campeonato Mineiro.
‘Laboratório’ para o Cruzeiro
Pezzolano sabe que jogos dessa magnitude serão mais do que importantes a partir de agora. O clube precisa cumprir o objetivo estabelecido em permanecer na Série A e o Campeonato Mineiro servirá como um ‘laboratório’.
“É bom já jogar contra o América, contra equipe de Série A, é bom para mudarmos como equipe, individualmente. Isso faz crescer. Tem que saber a responsabilidade que tem”, disse Paulo Pezzolano.
Antes da derrota deste sábado, os confrontos entre Cruzeiro e seus rivais estaduais, até o seguiam assim: contra o América-MG, também na terceira fase do estadual, no ano passado, a Raposa perdeu por 2 a 0. Depois sofreu a derrota para o Atlético-MG, por 2 a 1. E a final do estadual também foi melhor para o Galo, que venceu por 3 a 1.
Avaliação
O início da temporada preocupa alguns especialistas e faz outros acreditarem no trabalho desempenhado pela gestão Ronaldo.
“É muito difícil fazer futebol sem dinheiro, é algo que o Cruzeiro não tem hoje. Entendo o contexto, mas o clube precisa encontrar alternativas para elevar o nível do elenco e como equipe. Três jogos representam uma amostragem pequena, mas o início de ano assusta”, escreveu o jornalista Leonardo Garcia, da rádio Itatiaia.
“Como teste visando o Brasileiro (parcial, creio que o time mudará até lá): carecemos de ajustes defensivos, fortalecimento do lado esquerdo e mais opções com rodagem na frente para encarar uma Série A. Muitas mudanças geram oscilações, mas acredito nesse trabalho. Vamos em frente”, comentou Iron Luiz, da página Deus me Dibre.



