Um “xodó” da torcida do Cruzeiro pode estar próximo de encaminhar seu retorno à Seleção Brasileira. O centroavante Kaio Jorge vêm dando sequência à boa fase apresentada em 2025 e pode surgir como nova “dor de cabeça” para o técnico Carlo Ancelotti.
O italiano segue em busca de um camisa 9 titular para a disputa da Copa do Mundo no meado de 2026. Desde que assumiu o comando técnico da Amarelinha em maio de 2025, Ancelotti já convocou seis nomes para a posição: Igor Jesus, Matheus Cunha, Richarlison, Vitor Roque, João Pedro e o próprio Kaio Jorge.
No entanto, nenhum dos nomes despontou como favorito disparado para a posição. O camisa 19 do Cruzeiro atuou em apenas uma partida na única convocação que recebeu, em setembro de 2025, mas se lesionou poucos minutos após entrar em campo.
Kaio Jorge tem melhor média de gols do futebol brasileiro
Atualmente, Kaio Jorge conta com um trunfo a seu favor para ter esperanças de uma convocação na última Data FIFA antes da Copa do Mundo, marcada para março. Isto é, seu desempenho no Cruzeiro. Segundo levantamento estatístico do jornal O Tempo, o centroavante ostenta a melhor média de gols entre os nomes já convocados por Ancelotti.
“KJ” balançou as redes quatro vezes nas seis partidas já disputadas em 2026, registrando uma média de 0,67 gol por partida. Já João Pedro atuou pelo Chelsea em 10 jogos, registrando cinco gols, ou seja, média de 0,5. Igor Jesus, do Nottingham Forest, repete a mesma média de gols, porém com quatro tentos em oito partidas.
Richarlison, por sua vez, vêm enfrentando problemas com lesões no Tottenham. Ao todo, o “xodó” de Ancelotti entrou em campo em apenas quatro oportunidades, sem balançar as redes. Matheus Cunha, por sua vez, vive seu melhor momento como um dos protagonistas do Manchester United, com três gols marcados em sete jogos, resultando em uma média de 0,43.
Vitor Roque é o único atleta dessa lista que atua no Brasil junto a Kaio Jorge, mas sequer passa perto de repetir a média de gols por jogo do centroavante cruzeirense. O camisa 9 do Palmeiras balançou as redes apenas uma vez em sete partidas, ou seja, 0,14 por jogo.



