Adidas leva castigo pesado após zoar o Cruzeiro e perde contrato de sete décadas

A relação institucional entre Cruzeiro e Adidas não é das mais diplomáticas. A diretoria celeste tem feito duras críticas à empresa alemã, mas o contrato segue vigente até dezembro de 2025 e, por ora, não há a menor chance do vínculo ser rompido. 

Não custa lembrar que o ápice do litígio entre Cruzeiro e Adidas aconteceu no ano passado, quando a empresa lançou uma campanha para a camisa do Atlético-MG, também patrocinado pela marca, e usou o termo “Maior de Minas”. A ação foi retirada do ar pouco tempo depois, mas o estrago estava feito. 

Adidas leva a pior e tem contrato de 77 anos rompido 

O fato é que a Adidas sofreu um duro golpe nesta quinta-feira (21). Isso porque a Federação de Futebol da Alemanha anunciou que vai trocar de fornecedora de material esportivo. A entidade fechou contrato com a Nike. O vínculo será válido de 2027 até 2034. A federação era parceira da Adidas há mais de 77 anos. 

“Estamos ansiosos para trabalhar com a Nike, que colocou confiança em nós. Essa futura parceria vai permitir à Federação continuar a encarar seus desafios na próxima década. Mas uma coisa é certa: até dezembro de 2026, faremos de tudo para alcançar sucesso com a Adidas”, declarou o presidente da entidade, Bernd Neuendorf.

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De acordo com o jornal Bild, a Nike ofereceu uma oferta economicamente mais vantajosa. Segundo o periódico, a empresa norte-americana vai pagar mais do que os 50 milhões de euros que a Adidas desembolsa todo ano à Federação de Futebol da Alemanha. Não custa dizer que isso representa cerca de R$ 272 milhões, na cotação atual. 

Ainda em tempo, vale dizer que o último contrato da Federação Alemã com a Adidas foi assinado em 2018, com duração até a próxima Copa do Mundo, a ser realizada em 2026, no Canadá, Estados Unidos e México. 

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