Wagner Pires de Sá é réu em processo criminal instaurado em novembro de 2020. Quando esteve à frente do Cruzeiro, no cargo de presidente do clube, o ex-dirigente foi protagonista de diversos escândalos, tanto assim que foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica, apropriação indébita e formação de organização criminosa.
Acontece que a nova defesa de Wagner Pires estuda pedir a anulação de parte do processo que o acusa de ilegalidades na gestão do Cruzeiro. A informação foi revelada pela Itatiaia. Marcos Aurélio de Souza Santos, que assumiu a defesa do empresário, disse que há “vícios” no inquérito policial que podem gerar a nulidade de parte da investigação.
O que pode acontecer com o ex-gestor do Cruzeiro?
Cumpre destacar que, atualmente, o processo está no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e foi instaurado em novembro de 2020. Além de Wagner Pires, os ex-dirigentes Itair Machado e Sérgio Nonato também estão sendo investigados pelos supostos crimes.
O Ministério Público de Minas afirma que os gestores causaram aos cofres do Cruzeiro uma ruptura de mais de R$6,5 milhões. Isso sem considerar, é claro, os imbróglios que ainda pairam na turbidez dos fatos.
Um detalhe interessante é que, apenas em fevereiro deste ano, Wagner Pires de Sá foi expulso do conselho deliberativo do Cruzeiro. Isto é, mais de dois anos depois do ex-gestor renunciar ao cargo máximo da equipe estrelada.
Os estragos, no entanto, ainda são sentidos pela nova gestão da Raposa. Basta lembrar, por exemplo, que a equipe de Ronaldo tenta negociar o pagamento de uma dívida de seis milhões de dólares com o Pyramids, do Egito, pela contratação de Rodriguinho.



