O Cruzeiro mostrou que não está para brincadeira e fez um importante movimento nos bastidores que garantiu um reforço de peso ao clube. Estamos falando da chegada de Gerson, uma contratação de tanto valor que chamou atenção até mesmo do rival, que cita o atleta como um exemplo a ser seguido.
Técnico do Atlético, Jorge Sampaoli falou sobre o perfil de reforços desejado pelo clube para a temporada de 2026. O argentino destacou a necessidade de contratar jogadores capazes de suprir carências do elenco e citou como exemplo a chegada do meio-campista Gerson ao Cruzeiro. Certamente uma chegada do mesmo nível no Atlético, seria uma reposta esperada pela torcida a negociação bem-sucedida feita pela raposa.
“Estou diariamente em contato com o diretor esportivo e também com os proprietários do clube. Precisamos buscar atletas de alto nível e que cheguem o quanto antes”, afirmou Sampaoli, no último domingo (11), em entrevista coletiva na Arena MRV, em Belo Horizonte.

Técnico também falou sobre as condições financeiras que envolvem essas negociações
O treinador também ponderou sobre os custos envolvidos nas negociações. “É preciso avaliar o investimento, porque algumas posições exigem valores altos, especialmente quando se busca um jogador de suporte. Quando se quer um atleta de topo, o custo acompanha. O Gerson, por exemplo, chegou ao Cruzeiro por um valor que condiz com a qualidade dele, é um jogador top”, completou após o empate por 1 a 1 com o Betim, na estreia do Campeonato Mineiro.
Anunciado no sábado (10), Gerson se tornou a contratação mais cara da história do futebol brasileiro e sul-americano. A operação superou os 25,5 milhões de euros (cerca de R$ 156 milhões à época) pagos pelo Palmeiras ao Barcelona pela contratação do atacante Vitor Roque, em fevereiro de 2025.
Na visão de Sampaoli, esse tipo de investimento reflete diretamente as ambições dos clubes. “É o próprio clube que define até onde pode chegar, de acordo com o nível de investimento que está disposto a fazer. Precisamos de jogadores que tragam soluções, para que esse processo de transição não tenha tantos vazios. Caso contrário, a equipe oscila, e no futebol brasileiro, quando se oscila, o futuro também fica comprometido”, completou.



