Rafael Cabral. Foto: Divulgação/Reprodução.

Rafael Cabral melhor do que Fábio? Números não mentem!

Apesar de Rafael Cabral já ter dito, expressamente, em mais de uma oportunidade, que prefere evitar comparações com Fábio, ex-goleiro da Raposa e ídolo celeste, analisar desempenho e números dos atletas faz parte do futebol, pelo menos do que acontece fora do campo.

Fato é que Rafael e Fábio irão se enfrentar nesta quinta-feira (23) dentro de campo, às 19h, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo será realizado no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, e entrará para as estatísticas de ambos os atletas.

Rafael Cabral pelo Cruzeiro

O início da trajetória de Rafael Cabral com a camisa do Cruzeiro foi instável. Natural que o fosse, visto que qualquer atleta que viesse depois dos 17 anos de Fábio na Raposa teria uma responsabilidade ainda maior. 

Jogo a jogo, o goleiro conseguiu conquistar espaço e confiança, tendo, inclusive, melhores números em 2022 do que Fábio pelo Fluminense. E eis que os números surgem. 

Sob o comando de Pezzolano, Cabral disputou 28 jogos no ano e sofreu 20 gols, uma média de 0,71 por partida. Fábio, por sua vez, entrou em campo em 30 oportunidades e foi buscar a bola nas redes 26 vezes, a média é de 0,87 por jogo. 

Vale destacar, no entanto, que o goleiro do Fluminense atuou menos vezes em competições estaduais em relação a Rafael. Além disso, Fábio tem dez partidas válidas por torneios continentais, tendo sofrido nove gols nos duelos da Copa Libertadores e Sul-Americana. 

Rafael Cabral é hoje um goleiro incontestável pela torcida, mas nem sempre foi assim. Como já dito, um início sob a dúvida da desconfiança pairou por um curto espaço de tempo no ar. O futuro estava certo, bastava olhar para a história do goleiro por onde passou, ele ia se firmar. 

Dito e feito. Pode-se dizer que desde a sua atuação herculana diante do Remo, na terceira fase da Copa do Brasil, Rafael nunca mais titubeou. Naquele jogo, o arqueiro celeste defendeu quatro pênaltis e deu a classificação às oitavas para o Cruzeiro. 

Com defesas fundamentais e uma leitura de jogo cirúrgica para sair da área, o goleiro é hoje peça fundamental do sólido sistema defensivo de Pezzolano.

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