R$ 780 milhões fazem o Cruzeiro promover mudança ‘inédita’

O Cruzeiro não quer repetir os erros do passado e vem fazendo mudanças internas que são consideradas inéditas para evitar perder novos R$ 780 milhões. Vivendo crises financeiras gravíssimas nos últimos anos, a Raposa deixou escapar joias das categorias de base que anos depois foram vendidos por valores astronômicos que resolveriam as dívidas do clube.

Sabendo dos perigos de ter um executivo no comando da base, já que informações privilegiadas podem vazar em caso de demissões, como as saídas de Vitor Roque e Estevão, o Cruzeiro adotou o modelo de ter um funcionário de confiança na função. Por isso, Pedro Lourenço convidou o técnico Adilson Batista para a função de coordenador da base.

Enquanto Roque foi vendido ao Athlético por R$ 24 milhões, Estevão deixou o Cruzeiro de graça. Os dois foram negociados rapidamente para Barcelona e Chelsea por mais de R$ 750 milhões, deixando a torcida sonhando com este valor que não vai chegar. Sabendo do potencial de novas vendas, a diretoria estipulou as mudanças.

“Ele vai ser o homem do futebol de base, vai cuidar da base do Cruzeiro, integrado com o Alexandre (Mattos), que vai ser responsável pelo futebol todo. Tenho muita confiança no Adilson, e estou trazendo para a gente ter segurança de não acontecer o que aconteceu, de tirar nossos meninos e levar. Hoje, os dois meninos (Vitor Roque e Estevão) pagavam quase nossa conta. Não se consegue segurar tudo, mas a gente tem que ter pessoas em que, acreditamos e confiamos.”, afirmou.

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