Como cruzeirenses bem sabem, o ano de 2026 segue longe do ideal para a equipe do Cruzeiro. O time finalizou esse primeiro trimestre com o pior desempenho de sua história na Era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, com apenas quatro pontos conquistados nessas primeiras oito rodadas.
O desempenho pífio resultou na queda de Tite e contratação de um nome cobiçado no futebol brasileiro como substituto: Artur Jorge. O português fez história no país conquistando os títulos da Libertadores e da Série A pelo Botafogo em 2024. Desde então, estava no Al Rayyan, do Catar.
Artur Jorge chegou a despertar o interesse de múltiplos clubes brasileiros, como o Grêmio e o Vasco da Gama. No entanto, ambas equipes esbarraram no valor elevado da multa rescisória do português no Al Rayyan: R$ 36 milhões.
O Cruzeiro, por sua vez, trabalhou nos bastidores e selou a negociação com o time do Catar para reduzir esse valor pela metade, para R$ 15 milhões. Junto a isso, também destravou o segundo impasse que afastou Artur Jorge de outras equipes do país: a pedida salarial.
O treinador ex-Botafogo recebia valores astronômicos no Al Rayyan, na casa dos R$ 3 milhões mensais, mesmo salário de Abel Ferreira no Palmeiras. Já o Cabuloso conseguiu convencer Artur Jorge de reduzir esse montante em um terço, caindo para os R$ 2 milhões por mês, valor elevado, porém dentro do padrão do futebol brasileiro.
Valor é inferior ao salário de Tite no Cruzeiro
Para fins de comparação, os vencimentos mensais do técnico português serão inferiores ao valor que o Cruzeiro arcava com Tite e sua comissão técnica. O ex-comandante da Seleção Brasileira assinou com o Maior de Minas em dezembro de 2025 por R$ 2,5 milhões.



