Quantas vezes o Cruzeiro levantou a taça da Copa Libertadores?

Confira as vezes em que o Cruzeiro Esporte Clube acabou levantando a taça da Copa Libertadores da América em sua história. O time azul tem uma vasta bagagem, seja dentro do futebol brasileiro ou continental, fazendo com que a equipe se coloque entre as maiores de todo o país. Sendo assim, sempre é bom relembrar todas as glórias já conquistadas pelo clube mineiro.

O destaque do Rei de Copas é tão grande que já foram duas as vezes em que conseguiu alcançar a Glória Eterna no decorrer de sua história. Primeiramente, o time venceu a competição mais importante da América em 1976. Depois disso, pouco mais de duas décadas depois, em 1997, a taça do torneio voltou a estampar a sala de troféus da Toca da Raposa, para delírio dos torcedores do Cruzeiro.

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Libertadores 1976: Cruzeiro alcança a Glória Eterna

Com passado de destaque no mundo do futebol, o Cruzeiro começou cedo as suas conquistas relevantes. Isso porque foi ainda nos anos de 1970 que conseguiu alcançar o seu primeiro título da Copa Libertadores da América, que hoje é a principal competição para equipes ao redor do continente. A primeira taça do Rei de Copas no torneio aconteceu na 17ª edição dele.

No fatídico ano de 1976, o Cinco Estrelas entrou na competição para fazer história. Depois de uma campanha avassaladora, o clube conseguiu atingir o patamar de ser o único time do país campeão do torneio em toda aquela década. Por ter sido o vice no Brasileirão do ano anterior, arrecadou uma das duas vagas disponíveis na época, ficando entre os 21 participantes.

Em um formato diferente do atual, foram duas as fases de grupo que fizeram com que o Cruzeiro chegasse até a final. No grupo 3 da primeira fase, o time mineiro fez grandes resultados, vencendo cinco e empatando um em seis compromissos. Somente naquele momento gigantes como Internacional, Olímpia e Sportivo Luqueño, ambos do Paraguai, foram eliminados pelo Cabuloso, já que somente o primeiro avançava.

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Depois disso, em uma nova fase de grupos, desta vez contra LDU Quito, do Equador, e Alianza Lima, do Peru, a Raposa venceu seus quatro confrontos, avançando até a final. Do outro lado, quem saiu vitorioso foi o River Plate, com duas vitórias, um empate e uma derrota, se tornando o adversário celeste na decisão.

A grande final daquele ano, então contou com um grande show do lado do Cruzeiro. Na partida de ida, 4 a 1, com gols de Nelinho, Palhinha, duas vezes, e Valdo. Sendo assim, nem mesmo a vitória do time argentino na volta conseguiu abalar de vez o moral celeste. Assim, no confronto de desempate, vitória celeste por 3 a 2, em um campo neutro, confirmando a grande taça para o Cabuloso.

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Libertadores 1997: Bicampeonato Celeste

Pouco mais de 20 anos depois viria a segunda conquista do Cruzeiro dentro da Copa Libertadores da América. Ainda com apenas 21 participantes, a competição ficou marcada por levar ao segundo título do time celeste, sendo um dos maiores orgulhos dos torcedores. Dessa vez, porém, o regulamento já era mais parecido com o atual.

Em uma fase de grupos em que se classificavam três times por conjunto, o time mineiro ficou em segundo, atrás de Grêmio e na frente de Sporting Cristal, do Peru, os três que avançaram. Além disso, o Alianza Lima, também peruano, foi o eliminado naquele momento.

Sendo assim, o time avançou direto para a fase final e eliminatória. Nas oitavas de final, por exemplo, pegou o El Nacional, do Equador, avançando nas cobranças de penalidade após vencer um, perder outro e empatar no saldo de gols.

Já na fase seguinte o adversário foi o Tricolor Gaúcho, que, então, acabou caindo nas quartas, após perder uma e vencer uma, ficando atrás na diferença de bolas na rede. Em plenas semifinais, o Colo-Colo, do Chile, foi despachado para casa pelo Cruzeiro, após levar até as disputas de pênaltis um duelo de duas partidas que terminou 3 a 3 no agregado, com uma vitória para cada lado.

Depois desse trajeto, o Cinco Estrelas chegou até a grande final da Copa Libertadores da América de 1997, reencontrando o Sporting Cristal, adversário na fase de grupos. Conseguindo empatar o confronto de ida, em pleno Estádio Nacional, em Lima, a vantagem era toda do Cruzeiro para a volta. Assim, uma vitória simples, com gol de Elivelton, fez com que o time chegasse ao seu segundo título continental.

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