A Copa do Mundo de 2026 está cada vez mais próxima, e o Brasil segue com expectativas de finalmente conquistar o hexacampeonato. Mas, como torcedores bem sabem, o ciclo pós-Copa de 2022 passou bem longe de ser o ideal. Além de ter assistido a maior rival, Argentina, conquistar o tricampeonato, a Seleção Brasileira ainda vivenciou uma das maiores crises de sua história.
Não custa lembrar que a Amarelinha teve quatro treinadores à beira do gramado nos últimos três anos, número alarmante considerando que este é o período de preparação para a Copa do Mundo. Após a saída de Tite no fim de 2022, o Brasil viveu um ano no “limbo” com dois treinadores interinos: primeiro com Ramon Menezes no comando, e em seguida com Fernando Diniz, que conciliou o cargo no Fluminense e na CBF.
Em 2024, a gestão do então presidente Ednaldo Rodrigues apostou todas suas fichas na contratação de Carlo Ancelotti, que acabou rejeitando a possibilidade de assinar com a CBF naquele momento para renovar com o Real Madrid, da Espanha. Por consequência, a entidade máxima do futebol brasileiro apontou Dorival Jr., então técnico do São Paulo para o comando do Brasil. Após um bom momento na Data FIFA de março, o trabalho definhou com uma péssima campanha na Copa América, vencida novamente pela Argentina.
Ancelotti assumiu em meio a crise na CBF
Tudo mudou em maio deste ano, quando Carlo Ancelotti optou por deixar o Real Madrid após uma temporada de crise e assumir a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. Vale lembrar que a chegada do italiano coincidiu com o período do afastamento definitivo de Ednaldo Rodrigues e troca de comando para Samir Xaud na CBF.
100% confirmada na Copa do Mundo, a Seleção Brasileira poderá contar com dois nomes do elenco do Cruzeiro na lista seleta de atletas convocados por Ancelotti para o torneio. O zagueiro Fabrício Bruno e o atacante Kaio Jorge ganharam oportunidades com a camisa amarela desde que o italiano assumiu o comando.



