Pezzolano vai ter um belo desafio à frente do Cruzeiro. Ganhar a Série B e garantir o acesso ele fez com maestria. Agora, porém, vai precisar lidar com os grandes. Não que ele também não seja. Mas a questão é que os clubes com os quais vai duelar na Série A do Brasileirão têm atletas de peso no elenco.
O uruguaio vai ter que continuar com a linha de raciocínio vencedora. Gerar competitividade e ser criativo na montagem dos times que entrarão em campo. Para isso, vai precisar contar com os reforços e com o suor dos que permanecem em 2023.
“Será um ano em que teremos que reforçar os nossos esforços. Um ano de mais trabalho e muito mais difícil que esse. Precisamos que a torcida entenda que o ano que vem teremos que puxar mais, porque teremos equipes muito fortes. Vamos ter mais mais resultados negativos, mas saibam que o Cruzeiro dará seu máximo”, projetou Pezzolano.
Exemplo vizinho
O treinador celeste vai precisar trabalhar com o que tem. E fazer de tudo para repetir o sucesso de 2022. Mas, é claro, o torcedor vai precisar de muita paciência. Isso porque, ao que tudo indica, não haverá grandes estrelas no elenco. A comissão técnica cruzeirense vai precisar saber lidar com o “bom e barato”.
“A gente fez algumas comparações do Cruzeiro com equipes que vieram da Série B e conseguiram fazer uma boa Série A. O Inter de um ano para o outro saiu da Série B para a Libertadores. O maior exemplo que o Cruzeiro tem para trabalhar na Série A é o América. O trabalho do América é exatamente o que o Cruzeiro quer fazer. É um trabalho de mapeamento de mercado”, analisou o jornalista Guilherme Macedo, do site Globo Esporte.



