Kerlon Foquinha. Foto: Reprodução.

Lembra dele? Ídolo do Cruzeiro aparece vestindo nova camisa do clube

Kerlon de Souza, ou, como é conhecido, o Foquinha. Um jogador que certamente nunca será esquecido pela torcida do Cruzeiro. Dono de uma jogada, no mínimo, inusitada, o ex-jogador celeste e da seleção brasileira surpreendeu a Nação Azul ao postar foto com a camisa estrelada em suas redes sociais. 

Kerlon foi cria da Toca e estreou pelo time profissional do Cruzeiro em 2005, contra o Santos, no Mineirão. À época, o atacante tinha apenas 17 anos. O atleta chegou a atuar pelo Ajax, Inter de Milão e Seleção Brasileira, mas abandonou o futebol por conta de sérias lesões.

A história do drible

Foi em 2017, quando tinha 29 anos, Kerlon, natural de Ipatinga, Minas Gerais, decidiu pendurar as chuteiras. Ao longo de sua breve, porém, marcante carreira no esporte, o atacante passou por seis cirurgias nos joelhos e duas nos tornozelos. O último time foi o Spartak Trnava, da Eslováquia.

Em sua carta de despedida do futebol, o atleta comentou sobre as dificuldades que enfrentou com as lesões, mas que dali conseguiu tirar proveito. “O futebol me fez perceber em certos momentos o lado bom e o lado mau do homem e me ensinou o caminho certo que todos devemos andar”, escreveu. 

Mas, sem dúvida, o que de fato ficou marcado na história de Kerlon com o futebol e, sobretudo, com o Cruzeiro, foi o seu drible inovador, que lhe rendeu o eterno apelido de Foquinha. 

A história para a jogada tem origem ainda na infância. Com apenas 09 anos de idade, o seu pai, notando o bom controle que o menino já tinha com a bola, incentivou o garoto a mantê-la na cabeça enquanto caminhava. 

“Começamos a desenvolver o estudo de visão periférica para saber de onde vem o defensor. Meu pai começou a ler livros e treinar em cima disso, driblando cones, até chegar ao ponto de fazer automaticamente”, explicou.

Recurso para uns, provocação para outros, fato é que o lance mais memorável de Kerlon com a camisa do Cruzeiro foi justamente diante do Atlético-MG. Em um Mineirão lotado, quando o jogador botou a bola na cabeça, na lateral esquerda do campo, a torcida foi à loucura.

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