O volante Lucas Silva, do Cruzeiro, revelou os bastidores por trás da eliminação da Copa do Brasil em dezembro de 2025. Inclusive, o capitão cruzeirense não fugiu da principal polêmica da derrota nos pênaltis contra o Corinthians na semifinal: a cobrança de Gabigol.
Segundo Silva, o então camisa 9 cruzeirense não enfrentou represálias no vestiário por parte do elenco, apesar da reação negativa que repercutiu entre os torcedores cruzeirense. Não custa lembrar que Gabigol cobrou a quinta penalidade, que renderia a classificação para a final. A partir do erro, o Corinthians recuperou a desvantagem e garantiu a vaga.
“O Gabigol não teve felicidade. Quando fui bater, pensei que se fizesse, com ele, a gente estaria na final. Mas ele não teve felicidade, não saiu um bom pênalti. O que ficamos nos perguntando era por que ele bateu daquele jeito. Ele batia bem, os goleiros passavam apertado. No vestiário ficou um clima de velório, ele ficou chateado. Mas não teve esporro nele”, explicou.
Lucas Silva confirma atrito com Gabigol após partida
Mesmo com o apoio ao jogador nos vestiários momentos depois da eliminação, Lucas Silva confirmou que houve, sim, um atrito interno nos dias seguintes. A decisão de Gabigol de permanecer em São Paulo e não retornar a Belo Horizonte com o restante do elenco repercutiu mal entre os companheiros de equipe.
“Chateou um pouco (ter ficado em São Paulo). O combinado era ir e voltar todo mundo junto, independentemente do resultado. Isso eu confesso que nos incomodou, ter saído direto do vestiário. Mas não teve briga, atrito, nada. Só nos perguntamos por que ele bateu daquele jeito. E também faz parte”, contou.



