Ídolo do Cruzeiro, a passagem de Geovanni pela equipe celeste ficou marcada pelo gol de falta do atacante na final da Copa do Brasil de 2000, diante do São Paulo. No apagar das luzes do Mineirão, o ex-jogador garantiu a virada da Raposa sobre o Tricolor. Pode-se dizer que o atleta, não à toa, se tornou o herói do título estrelado.
O fato é que no ano seguinte, ou seja, em 2001, Geovanni foi vendido pelo Cruzeiro ao Barcelona, da Espanha, por US$18 milhões. Vale destacar que aquela foi a transação mais cara do clube mineiro até então. O ex-atacante, porém, disse que não sabia dos bastidores da negociação e se mostrou surpreso com as declarações de Jorge Machado.
Ex-empresário do jogador, Jorge Machado contou que o Cruzeiro pediu inicialmente algo em torno de US$12 milhões, mas estaria disposto a reduzir a pedida. Mas o agente apostou mais alto e conseguiu elevar a quantia em uma jogada de mestre. (Veja aqui).
Ex-Cruzeiro, Geovanni comenta negociação com Barcelona
Geovanni, como dito, não sabia dos pormenores da tratativa. Em entrevista recente ao Superesportes, o ex-jogador de 43 anos comentou sobre o interesse do Barcelona. Ele conta que ficou sabendo da negociação após o empate em 3 a 3 com o Palmeiras, no Parque Antártica, pelas quartas de final da Libertadores.
“Eu não sabia disso, fiquei surpreso, porque em uma negociação o jogador só entra quando o clube já vendeu e ele tem que assinar o contrato. Eu estava vivendo um bom momento, e todo jogador sonha em ir para o Barcelona, Real Madrid, Manchester United”, afirmou.
Sobre a declaração do ex-empresário, Geovanni disse que nunca soube da história que foi contada. Ele destacou que foi chamado apenas para assinar contrato com o Barcelona, clube que defendeu por duas temporadas.
“Eu fiquei surpreso com essa história que o Jorge Machado contou. Meus amigos me falaram. Sinceramente, fiquei surpreso. Depois de tanto tempo, 22 anos, o Jorge Machado falar sobre isso. Ele estava na negociação, e eu não sei o que aconteceu”, revelou.



