Personagem controverso na história do Cruzeiro, o volante Henrique, ao longo de sua passagem pela Toca da Raposa, colecionou títulos e decepções. Apesar de ter tido sucesso com a camisa celeste, o meio-campista ficou marcado por ter sido o capitão do time no ano de 2019, quando o clube foi rebaixado à Série B do Brasileirão.
O fato é que a Justiça definiu, ainda no início desta semana, que o volante Henrique deve ser reintegrado ao elenco do Cruzeiro. De acordo com a decisão, o Cruzeiro Associação precisa registrar o meia no sistema que unifica envio de informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas das empresas, o e-social.
Por outro lado, o Cruzeiro SAF, sob a batuta de Ronaldo, deverá efetuar a transferência do contrato de trabalho. Isso não quer dizer, porém, que Henrique voltará a campo com as cores da camisa estrelada nesta temporada de 2023.
Entenda o caso de Henrique no Cruzeiro
Henrique entrou com uma ação na Justiça do Trabalho contra o Cruzeiro, em uma causa no valor de R$10,4 milhões. No escopo desse pedido, há a solicitação para que o atleta seja reintegrado ao elenco, com todos os direitos trabalhistas previstos em lei.
De acordo com a defesa do jogador, ele foi desligado do clube quando tratava de uma lesão sofrida no exercício da atividade. A prática é proibida pela Lei Pelé. Não custa lembrar que a lesão do jogador aconteceu no segundo semestre de 2020.
Isso porque, de acordo com a defesa do jogador, ele foi desligado do clube quando ainda estava em tratamento de uma lesão sofrida no exercício da atividade. A lesão no joelho direito do jogador aconteceu em agosto de 2020.
Inicialmente, o contrato de Henrique com o Cruzeiro seria válido até dezembro de 2021. No entanto, o volante ainda estava sofrendo consequências das lesões e, no entendimento da defesa do jogador, ele não poderia ter sido desligado do clube.



