Goleiro Bruno adotou profissão irreverente para sobreviver em 2024

O goleiro Bruno, afastado do futebol desde o meio de 2010 após ser acusado e posteriormente condenado pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-namorada, e também pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Em novo momento de vida, o ex-jogador adotou profissão irreverente para sobrevive e está tendo sucesso.

Longe dos gramados, o goleiro não está mais recebendo os salários altíssimos de um jogador de futebol e contou em entrevista que está precisando vender as camisas de goleiro para pagar as contas. O ex-jogador está se desfazendo dos modelos do Flamengo que recebia na época.

“O que me sobrou foram as camisas do Flamengo. Estou fazendo rifas para pagar uma pensão que hoje eu não tenho condições. Como pagar se não me deixam trabalhar? A mesma pessoa que me cobra um pagamento de R$ 90 mil é a mesma pessoa que quando eu comecei a trabalhar estava lá apoiando outros grupos, é uma perseguição. Todo mundo acha que eu tenho dinheiro”, disse Bruno.

Atualmente com 39 anos, Bruno afirmou que precisa tomar certas medidas para bancar os custos do filho. “Do outro lado tem uma criança que precisa. Se a Justiça me colocou como pai, eu preciso colaborar como pai”, completou.

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Presto em 2010, Bruno teve passagens por Boa Esporte, Poços de Caldas, Rio Branco-AC, Atlético Carioca e Búzios. Antes de ser investigado, o goleiro vivia o seu auge e estava cotado para ir à Copa do Mundo de 2010.

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