Sem dúvida a partida de sábado (21) vai ficar marcada na história das estreias do Cruzeiro. Um jogo que mostrou uma equipe avassaladora no primeiro tempo, mas com falhas para serem ajustadas na segunda parcial e que, certamente, Pezzolano vai ajustar para as próximas partidas.
O forte recuo de Lucas Oliveira para Rafael Cabral, além de protagonizar uma grande defesa do goleiro, marcou a história com um lance pouco conhecido. Trata-se do tiro livre indireto. Punição dada quando o goleiro toca a bola com as mãos depois que um jogador de sua equipe a tenha cedido com o pé.
A estreia da Raposa teve de tudo: golaços, quase gol de placa, grandes defesas e grandes falhas também. O placar de 2 a 1 poderia ter sido muito diferente. Além das grandes chances de gol do Cruzeiro, o Patrocinense também concedeu perigo ao longo de boa parte do segundo tempo.
Veja o lance que originou o tiro livre indireto.
Tiro livre indireto
O zagueiro que iniciou o lance de risco se redimiu. Na barreira montada, foi Lucas Oliveira quem impediu que a bolsa entrasse na cobrança do tiro livre indireto. Vale lembrar que a falha quase permitiu o empate do Patrocinense.
Assim que a arbitragem identificou o recuo, logo aplicou o tiro livre indireto. Nesse movimento, a bola é colocada na linha da pequena área enquanto uma barreira é construída na linha do goleiro. No caso em específico, o jogador Rafael Furlan, do Patrocinense foi quem cobrou. No entanto, a bola rasteira parou no zagueiro cruzeirense, sem chances de entrar no gol. Assista.



