Ronaldo Fenômeno é sinônimo de sucesso. Em pouco tempo como gestor de dois clubes, conseguiu tirá-los do fundo do poço. No Cruzeiro, o acesso à Série A mostrou que o trabalho extracampo foi providencial para colher bons resultados nos gramados. Mas há quem ainda prefira detonar o Fenômeno pelo passado como jogador.
No último domingo, o ex-treinador do Real Madrid, Fabio Capello, fez questão de lembrar que foi o responsável pela demissão de Ronaldo quando passou pelo Merengue. As declarações foram feitas no evento Il Festival dello Sport, que aconteceu na Itália, entre os dias 22 a 25 de setembro.
De acordo com o técnico, Ronaldo faltava aos treinos, gostava de estar com mulheres e marcar presença em festas. Capello também disse que a decisão de demitir o Fenômeno contribuiu para mudar o espírito da equipe.
“Algumas vezes ele nem sequer treinava. Gostava muito de festas e mulheres. Ser treinador do Real Madrid é uma grande responsabilidade. Tive a decisão de mandar o Ronaldo embora para contratar o Cassano. Isso ajudou a criar um espírito vencedor na equipe. Recuperamos nove pontos de atraso para o Barcelona faltando 10 rodadas”, declarou o técnico italiano.
Ronaldo é um fenômeno também nas gestões dos clubes
Apesar da fala do ex-treinador do Real Madrid, passado mais de uma década desde quando se aposentou, o gestor da SAF do Cruzeiro está sendo bem visto pelo Brasil afora. John Textor, sócio majoritário da SAF do Botafogo, não poupou elogios ao gestor cruzeirense. Na partida que garantiu o acesso da Raposa, o norte-americano fez postagens nas redes sociais exaltando o ex-jogador e atual sócio da Raposa.
“Não há debate… Ronaldo é um extraclasse. Mágico como jogador, corajoso como dono. O Cruzeiro tem sorte de tê-lo. Futebol é caro, todo homem precisa de parceiros, e todos vão querer fazer parceria com Ronaldo”, escreveu John Textor.



