O Cruzeiro certamente virou uma página em sua história em 2025. Após anos de crise, a equipe se encontrou com o bom trabalho de Leonardo Jardim e confirmou o sonhado retorno à Conmebol Libertadores para 2026.
Mas, enquanto o treinador lusitano aproveita de uma tranquilidade no cargo e ainda busca o título da Copa do Brasil neste ano, outros treinadores que passaram pela Toca da Raposa não puderam experimentar o mesmo. Seu conterrâneo, Pepa, por exemplo, não deixou saudades na torcida.
Sua demissão após pouco mais de cinco meses de trabalho em 2023 rendeu o que falar. Pouco tempo depois de se despedir do Cruzeiro, o treinador revelou ao GE que guardou mágoas pela frustração que o período em Belo Horizonte gerou.
“Quando falo sobre isso, falo com um bocado de mágoa e frustração, porque não queria sair. Não esperava, nem queria. Mas, pronto. É assim. Estou aqui, estou torcendo de longe para que ocorra tudo bem. E vai ocorrer”, disse Pepa ao GE em 2023.
Ex-treinador do Cruzeiro alegou falta de apoio da diretoria
Segundo o treinador, o fim do trabalho no clube lhe deixou com uma sensação de injustiça. Para Pepa, a diretoria cruzeirense não apoiou o trabalho como deveria e a demissão ocorreu no primeiro momento de instabilidade no trabalho. Vale lembrar que o episódio ocorreu ainda na gestão de Ronaldo Fenômeno.
“Não me faltou nada. A única coisa que me senti foi um pouco desapoiado. Você treina o Cruzeiro, com 11 milhões de torcedores, uma paixão louca. De repente, tchau, acabou. Se fosse por confusão com jogadores, com direção, com más exibições… aí, sim. É uma grande mágoa”, concluiu.



