Um dos grandes ídolos da história do Palmeiras por muito pouco não foi dispensado antes mesmo de brilhar com a camisa alviverde. O meia Raphael Veiga chegou ao time de São Paulo em 2017, mas só foi se firmar como titular em 2020, passando ainda por um empréstimo ao Athletico-PR nesse período. De acordo com o empresário do jogador, André Cury, o destino do camisa 23 poderia ter sido outro.
Em entrevista ao programa ‘Zona Mista do Hernan’, do ‘Canal UOL’, André Cury disse que o primeiro treinador do Palmeiras a apostar as fichas em Raphael Veiga foi Vanderlei Luxemburgo, no início de 2020. Antes disso, o meia chegou perto de ser negociado com outro clube, já que não vinha sendo utilizado pelos técnicos anteriores que passagem pelo Porco.
“Com o Mano Menezes, com o Felipão, ele ficava no elenco, mas nunca foi titular. No final de 2019, o Palmeiras avisou que não ia contar com o Veiga. (…) Pintou um empréstimo para os Emirados Árabes e eu só pedia para darem cinco jogos para ele. Chegaram a cogitar aquela troca pelo Jean Pyerre com o Grêmio”, recordou o agente do jogador.
Raphael Veiga quase foi dispensado do Palmeiras
Ainda segundo André Cury, a situação só mudou após a chegada de Luxemburgo. Depois que o treinador veterano deixou o Palmeiras, o português Abel Ferreira potencializou ainda mais as qualidades de Raphael Veiga e, hoje em dia, o meia é considerado um grande atleta da história palmeirense.
“Eu sempre briguei lá no Palmeiras que eles precisavam dar cinco jogos para o Veiga, jogando na posição dele. Colocavam de ponta-direita, lateral-esquerdo, ponta-esquerda. Eu sabia que os treinadores europeus gostavam do Veiga e quando o Abel chegou, colocou ele para jogar. Daí deu tudo certo”, concluiu.



