A diretoria do Cruzeiro está orquestrando um plano financeiro rigoroso para a próxima janela de transferências e estabeleceu metas milionárias. A diretoria celeste pretende arrecadar pelo menos 20 milhões de euros (mais de R$ 100 milhões) com vendas de jogadores antes de avançar por reforços.
Além disso, o clube também definiu um teto de investimento: cada contratação poderá custar no máximo 10 milhões de euros (R$ 57,6 milhões). A estratégia mostra uma mudança importante no comportamento recente da SAF celeste. Após os investimentos das últimas temporadas, a prioridade passou a ser equilíbrio financeiro e sustentabilidade para o segundo semestre de 2026.
Mesmo assim, a diretoria planeja trazer entre dois e quatro reforços para qualificar o elenco principal. O principal nome envolvido na meta financeira é o zagueiro Jonathan Jesus. O defensor desperta interesse do FC Zenit Saint Petersburg, que procura um substituto para Nino.
Nos bastidores, a cúpula cruzeirense reforça que não pretende repetir movimentos considerados arriscados financeiramente. A nova política prevê controle rígido de gastos, contratações pontuais e prioridade para atletas que entreguem resultado imediato.
Cruzeiro define postura na janela de transferências
Mesmo com ambição esportiva, o Cruzeiro entende que precisa equilibrar receitas e despesas para manter estabilidade no projeto da SAF. A arrecadação de R$ 115 milhões pode acontecer tanto com uma grande venda quanto através de negociações menores envolvendo diferentes atletas do elenco.
Enquanto isso, a próxima janela promete forte movimentação nos bastidores da Raposa. O clube, liderado pelo empresário Pedro Lourenço, pretende fazer uma pequena reformulação no elenco comandado pelo técnico Artur Jorge.



