Após o clássico contra o Atlético-MG, a direção do Cruzeiro ganhou uma dor de cabeça fora das quatro linhas. Isso porque o lateral Kaiki e o atacante Keny Arroyo foram denunciados pela Procuradoria do STJD e correm risco de punições severas.
As expulsões no confronto do último sábado (2), no Mineirão, motivaram a abertura do processo, que pode resultar em suspensões importantes para a sequência da temporada. Além disso, o próprio Cruzeiro será julgado por infrações relacionadas à segurança da partida.
Inicialmente, Keny Arroyo foi enquadrado em dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, relacionados a empurrão fora da disputa e desrespeito à arbitragem. A pena pode chegar a até seis jogos de suspensão.
Kaiki, por sua vez, foi denunciado por atuação temerária após sofrer expulsão. O lateral também pode pegar gancho de até seis partidas, o que ligou o alerta interno no clube mineiro com a possibilidade de punição a longo prazo.
Além disso, de acordo com a súmula da arbitragem, a situação não envolve apenas os atletas. O preparador de goleiros Robertinho também foi denunciado por conduta antidesportiva e pode ser suspenso por até seis jogos após confusão à beira do campo.
Cruzeiro aguarda definição no STJD
Segundo a súmula do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, houve uso de laser, objetos arremessados e até parte de um assento da arquibancada lançada em direção ao campo. Com isso, o Cruzeiro responderá por sanções mais amplas, como multas, perda de mandos de campo e até punição com perda de pontos no Brasileirão.
Agora, o Cruzeiro aguarda o julgamento no STJD, que pode não só tirar jogadores de combate, como também influenciar diretamente o rumo da equipe na temporada.



