O Cruzeiro está estudando a possibilidade de conquistar um importante alívio financeiro na janela de transferências. O principal ativo é o atacante Chico da Costa, que não deve permanecer na equipe mineira durante o segundo semestre da temporada.
Fora dos planos do técnico Artur Jorge, o jogador deve deixar a Toca da Raposa em julho. Além da questão esportiva, a movimentação também representa impacto direto nos cofres da SAF celeste, já que Chico recebe um dos maiores salários do elenco.
Atualmente, o centroavante possui um salário avaliado em cerca de R$ 390 mil mensais. Considerando o período de seis meses restantes da temporada, a saída do atacante pode gerar uma economia próxima de R$ 2,34 milhões ao clube apenas em salários.
O entendimento da diretoria é de que a liberação desse espaço na folha salarial pode abrir margem para a chegada de um novo reforço ofensivo na janela do meio do ano. Os dirigentes já trabalham com a ideia de contratar peças pontuais para elevar o nível do elenco.
A busca por um atacante de lado e um jogador de maior peso ofensivo faz parte do planejamento atual do Cruzeiro. Com isso, a saída de atletas pouco utilizados passa a ser considerada estratégica dentro da reformulação conduzida pela SAF.
Cruzeiro avalia saída de Chico da Costa
Avaliado em R$ 7,8 milhões, o atacante Chico da Costa chegou ao clube como um pedido do ex-técnico Tite, mas nunca conseguiu se firmar completamente. Com Artur Jorge, o espaço diminuiu ainda mais, acelerando a possibilidade de uma transferência em julho.
A tendência é de que o Cruzeiro tente um empréstimo ou até uma negociação definitiva para reduzir custos e aumentar a capacidade de investimento na próxima janela. Desta forma, além de aliviar a folha salarial, a saída do atacante pode ser determinante para a chegada de um novo nome de impacto ao elenco celeste.



