O Cruzeiro vive uma nova fase da sua história! Com a chegada de Ronaldo à frente da SAF do clube, a instituição tem se modernizado cada vez mais. Uma das primeiras ações da nova gestão foi a contratação de Kin Saito como nova diretoria do futebol feminino da Raposa.
A próxima quarta-feira (05) promete ser especial para o Cruzeiro. No jogo que pode valer o título da Série B do Brasileirão, quando o clube estrelado recebe o Ituano, no Mineirão, às 21h30, as Cabulosas vão fazer parte do espetáculo, em jogo do Campeonato Mineiro.
A equipe feminina do Cruzeiro vai entrar em campo, no Gigante da Pampulha, às 17h30, para encarar o Araguari, pela terceira rodada da competição estadual. Atualmente, a Raposa ocupa a segunda posição na fase de classificação do campeonato, com quatro pontos conquistados.
Vale destacar que as Cabulosas, habitualmente, mandam seus jogos da Toca da Raposa II. Ao pedir a mudança de local, a diretoria celeste tenta dar cada vez mais espaço ao futebol feminino no Brasil. Um exemplo notável está no Corinthians, que recentemente levou mais de 41 mil pessoas para assistir à final do Campeonato Brasileiro.
As mudanças estruturais no Cruzeiro
Desde que chegou ao Cruzeiro, Ronaldo tem orquestrado mudanças significativas no clube. Antes, a equipe feminina da Raposa treinava no complexo da Puc-MG. Atualmente, elas utilizam 100% das instalações da Toca I. Além disso, como aconteceu nas divisões de base, a equipe estrelada passou por minucioso processo de revisões de contrato.
Vale destacar ainda o novo patrocínio que será anunciado pelo Cruzeiro. A Cimed, que já oficializou parceria com o Palmeiras, irá investir, sobretudo, no futebol feminino da Raposa e das categorias de base. A expectativa é de um futuro mais próspero e profissional.
A nova diretoria de futebol feminino do Cruzeiro, Kin Saito, destacou quais foram os desafios no princípio desta nova jornada. “A principal missão no início foi de resgatar o sentimento de pertencimento das atletas ao clube”, disse, em entrevista.
“Com isso, começaram as medidas de integração na Toca I em um cenário de campo, refeitório e atendimento do departamento de saúde e performance tratado com equidade. Houve revisão de contratos para que elas sejam reconhecidas, mas também cobradas, consequentemente, como atletas profissionais”, finalizou Kin Saito



