Brock abre o jogo e revela motivo de Cruzeiro não ter subido para Série A 2022

Desde que foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro, até o início desta temporada, não havia emplacado em campo um bom futebol. As razões para isso são variadas, mas, ao certo, a instabilidade financeira do clube foi um fator considerável. 

Aliás, talvez a gestão conturbada fora do campo seja o grande motor de todas as demais circunstâncias. O futebol é jogado dentro das quatro linhas, é verdade, 11 contra 11, mas para que um jogador consiga entregar ao time a melhor versão de si, é imprescindível que o entorno seja propício à vitória. 

Da crise à faixa

Um nítido exemplo para a premissa acima apresentada pode ser visto no zagueiro e, neste ano, capitão do Cruzeiro, Eduardo Brock. O defensor chegou ao clube em fevereiro de 2021, disputou a Série B daquele ano, mas não conquistou a confiança da torcida. 

Sob o comando de Pezzolano, no entanto, ocupando um novo espaço dentro de campo, que permite ao atleta explorar potenciais virtudes, Brock se tornou um titular absoluto, um capitão dentro e fora de campo para o elenco.

Em conversa com os apresentadores do programa Mesa Redonda, o zagueiro e capitão elencou alguns motivos que fizeram com que o Cruzeiro ficasse na Série B do Brasileiro por mais um (quem sabe último) ano.

“No passado, que era salário atrasado, desconfiança de torcida, desconfiança da direção… era um cenário caótico dentro do Cruzeiro. Naquele momento, não estou falando só de mim, mas dos jogadores que estiveram aqui, acho que era muito difícil de corresponder 100% do seu futebol capaz de jogar”, disse, 

O zagueiro citou, ainda sobre as questões de pagamentos atrasados, que muitos funcionários com salários mais baixos, chegaram a ficar cinco meses sem receber. “Isso é muito doloroso pra nós entrar na Toca da Raposa e sentir essa energia”, concluiu. 

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