Atlético-MG passou vergonha e precisou ouvir gritos de olé em sua própria casa

O Atlético-MG entrou em campo na noite da última segunda-feira (17) e foi goleado em sua própria casa pelo Palmeiras. A partida, disputada na Arena MRV, válida pela oitava rodada do Brasileirão, terminou 4 x 0 para o Alviverde Paulista. 

O fato é que uma cena chamou atenção nos minutos finais do jogo. Com o placar já definido, a torcida do Palmeiras começou os gritos de “olé”, rapidamente reprimidos pelo técnico Abel Ferreira. O apresentador Benjamin Back, por sua vez, criticou a postura do português.

“Esse negócio do Abel pedir para a torcida não gritar olé é ridículo! Qual o problema? Torcedor não pode nem mais torcer! Jogador não pode mais comemorar gol! Querem transformar o futebol em tênis”, disse. 

A informação que Abel Ferreira teria pedido para os torcedores palmeirenses não gritarem “olé” foi dada durante a transmissão da partida, pelo Premiere. Vale dizer que, naquele momento, o Palmeiras vencia o jogo por 3 a 0, e ainda marcou mais um gol nos minutos finais. 

Atlético-MG saiu pistola com arbitragem

A verdade é que a partida ficou marcada por polêmicas envolvendo a arbitragem, em especial pela forma que o atacante Hulk foi expulso de campo. Na súmula do jogo, o árbitro José Pereira de Lima detalhou o motivo pelo qual tirou o atacante alvinegro de campo. 

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Inicialmente, Hulk recebeu o cartão amarelo por “desaprovar com palavras ou gestos as decisões da arbitragem”. Após a marcação de uma falta a favor do Galo, o atacante, de acordo com o José Pereira, disse as seguintes palavras: “Apita logo car***”.

No entanto, o fato mais estarrecedor aconteceu logo na sequência. Segundo o árbitro, após ter recebido o cartão amarelo, Hulk partiu em sua direção “de maneira acintosa, ficando face a face comigo e gritando de forma desrespeitosa as seguintes palavras: ‘Me diz o porquê do cartão, me diz o porquê”. 

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