A Copa do Mundo de 2026 será a primeira em oito anos sem atletas do Cruzeiro entre os convocados das seleções participantes. A relação celeste com os Mundiais começou em 1966, quando Tostão se tornou o primeiro atleta do Cruzeiro a disputar uma Copa do Mundo. Quatro anos depois, ele integrou a histórica campanha do tricampeonato brasileiro no México, acompanhado por dois companheiros de clube: Piazza e Fontana, que também levantaram a taça com a Seleção Brasileira.
Piazza voltou a defender o Brasil em 1974, edição que também contou com Nelinho entre os convocados. Naquele mesmo Mundial, o zagueiro Roberto Perfumo representou a Argentina. Já em 1978, Nelinho retornou à competição e foi o único jogador celeste presente na Copa realizada em território argentino.
A participação cruzeirense em Mundiais voltou a ganhar destaque em 1994, quando Ronaldo integrou o elenco brasileiro campeão nos Estados Unidos. Quatro anos mais tarde, Dida esteve com a Seleção Brasileira que alcançou a decisão da Copa disputada na França.
Presença celeste no século XXI
O Cruzeiro voltou a comemorar um título mundial em 2002, quando Edílson fez parte do grupo que conquistou o pentacampeonato da Seleção Brasileira na Coreia do Sul e no Japão. Na mesma edição, Juan Pablo Sorín representou a Argentina.
Em 2010, Gilberto foi o representante celeste na campanha brasileira na África do Sul. O último jogador do Cruzeiro a participar de uma Copa do Mundo foi Arrascaeta, que defendeu o Uruguai na edição de 2018, realizada na Rússia. Ao todo, 11 atletas disputaram Copas do Mundo enquanto estavam vinculados ao Cruzeiro, reforçando a relevância histórica do clube no cenário internacional.
Jogadores do Cruzeiro em Copas do Mundo
Brasil
- Tostão — 1966 e 1970 (campeão em 1970)
- Piazza — 1970 (campeão) e 1974
- Fontana — 1970 (campeão)
- Nelinho — 1974 e 1978
- Ronaldo — 1994 (campeão)
- Dida — 1998
- Edílson — 2002 (campeão)
- Gilberto — 2010
Argentina
- Roberto Perfumo — 1974
- Juan Pablo Sorín — 2002
Uruguai
- Arrascaeta — 2018



